PERGUNTAS
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"Como a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) ajuda a prevenir a bronquiolite?"
A vacina contra bronquiolite cria uma imunidade contra a doença (formação de anticorpos) o que faz com que, se a criança entrar em contato com o vírus, ela desenvolva a doença de uma forma bem leve e sem necessidade de hospitalização.
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"Meu bebê nasceu prematuro. O calendário de vacinas é o mesmo?"
Existem algumas peculiaridades no calendário infantil do bebê prematuro, a base da vacinação é a mesma, mas alguns pontos devem ser atentados. Existem vacinas, como por exemplo a hepatite B, em que o bebê prematuro necessita de mais doses.
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"Existe alguma vacina que as pessoas costumam não dar por desinformação, mas que é super importante?"
Sim, a vacina contra a gripe possui vários tabus, pois as pessoas acreditam que ela pode desenvolver a doença, o que é um grande mito.
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"Se o bebê estiver doente ou com febre no dia da vacina, o que fazer?"
A contraindicação total de vacinação é o bebê estar apresentando febre. Um bebê também diagnosticado com alguma doença não deve ser vacinado, até término do tratamento. É importante alertar, pois sintomas como coriza e tosse são muito comuns no inverno e não contraindicam vacinação.
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"O que fazer se os pais perderem uma vacina do calendário? Dá para recuperar?"
Existe uma única vacina que, se não for realizada dentro do prazo estipulado, a criança perde: a vacina da Rotavírus. As demais vacinas possuem um esquema vacinal que nunca será perdido. Dose aplicada é dose registrada, mas também é importante lembrar que o prazo de cada vacina deve SIM ser respeitado, pois isso interfere na sua eficácia e a criança ficara mais tempo desprotegida.
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"Como funciona proteção vacinal dupla – para a mãe e para o bebê?"
Quando a mãe é vacinada durante a gestação, ocorre o que chamamos de imunização transplacentária. A mãe recebe a vacina e, com o amadurecimento da placenta e criação de anticorpos, o bebê consegue ser imunizado ainda dentro da barriga.
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"Existe alguma contraindicação ou risco em tomar vacinas na gravidez?"
Algumas vacinas não podem ser administradas durante a gestação, principalmente as vacinas Atenuadas, ou seja, vacinas feitas com o vírus vivo. O seu médico sempre deverá ser consultado sobre a vacinação.
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"Quais vacinas são recomendadas para gestantes e por quê?"
As principais vacinas do calendário da gestante são:
Vacina Influenza (vacina contra a gripe que pode ser administrada em qualquer idade gestacional, lembrando que a gestante é um grupo de risco para influenza).
Vacina DTPA (vacina que fornece proteção contra a difteria, tétano e pertussis), realizada a partir de 20 semanas de gestação e pode ser realizada ate 45 após o parto. O objetivo é fazer a proteção contra a pertussis, também conhecida como coqueluche e que também é uma doença grave se o bebe for contaminado. Essa vacina pode ser administrada também nos cuidadores que terão contato próximo com a criança, como os avos, irmãos, pai, baba e outros.
Vacina Abrysvo, indicada para prevenção contra bronquiolite. A gestante deve tomar a vacina entre 32 e 36 semanas de idade gestacional e o bebê ficará protegido até ter 6 meses de idade. Essa vacina tem uma proteção contra o agravamento da doença.
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"Qual a importância do brincar no desenvolvimento do bebê e como escolher brinquedos adequados?"
Quem brinca com o bebê é mais importante do que o próprio brinquedo. No primeiro ano de vida, vale investir em livros (incluindo os de banho), mordedores, objetos que produzam diferentes sons e estimulem os cinco sentidos, além de itens para encaixar ou empilhar. Embora os brinquedos sejam importantes, o mais valioso é a presença e a disponibilidade da pessoa que brinca com a criança.
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"Quando o choro noturno é motivo de preocupação?"
De modo geral, bebês choram para se comunicar, expressando alguma necessidade não atendida, mas também para aliviar algum estresse comum do desenvolvimento e que pode ter sido experienciado no decorrer do seu dia.
Observar necessidades como fome, aconchego, calor, frio, desconforto gastrointestinal, possíveis dores é o primeiro passo. Além disso, pode ser importante conversar com o pediatra para uma melhor análise do contexto e entendendo assim o que é comum ao desenvolvimento e o que precisa de uma atenção específica de cuidado.
O choro, pode de alguma forma, ser um gatilho para disparar dores emocionais dos pais, nesse sentido, cuidar das próprias emoções podem trazer uma parentalidade mais leve e com menos culpa.
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